O visconde que me amava

2 de mar. de 2017
 


 O Visconde que Me Amava é o segundo livro da série “The Bridgertoons”. Dessa vez conta a história do irmão mais velho, entre oito. Lembrando que os Bridgertons é uma família muito conceituada na sociedade de Londes, em meado de 1800, conforme contei na resenha do primeiro livro da serie “O Duque e Eu”. Mas relembrando... A Família tem uma característica especifica, o nome de todos os irmãos, seguem uma ordem alfabética, de modo  que o primeiro tem o nome de Anthony e a útima, Hyacinth.

Como disse, o segundo livro da série retrata a história do mais velho, ou seja, Anthony.
Violet era uma mulher muito respeitada, pela sociedade e pelos filhos, que a partir da morte do marido, Edmund, teve que cuidar e educar desses(praticamente) sozinha. Exceto pela ajuda do filho mais velho, que passou a ser a figura mais próxima que tinha de um pai.


Anthony era muito apegado ao pai, e acreditava ter uma ligação especial com ele, pelo fato de simplesmente ter passado mais tempo com Edmund, do que o restante dos filhos. Dezoito anos, especificamente.
Quando Edmund faleceu – por uma picada de abelha, o que deixou todos, e principalmente Anthony chocado, e enfurecido, por uma simples abelhinha tenha acabado com a vida de um homem como ele. – Anthony “sabia” que não poderia viver mais que o pai. Pois não “poderia” supera-lo em nada. Nem mesmo em questão de idade. Por isso, colocou na cabeça que se casaria com uma moça, que teria que atender as seguintes requisições:

  1.  Teria que ser atraente. 
  2.  Provida de (pelo menos, o mínimo ) inteligência. 
  3. Mas não atraente o bastante, capaz de fazê-lo se apaixonar.

Sabia que o amor existia, tinha presenciado o mais puro dos amores durante toda sua vida, o de seus pais. Mas se apaixonar dificultaria muito mais seus planos de morrer antes da idade que seu pai morrera. Como ele faria isso, não pude ter exatamente certeza. Ele se mataria?? Fiquei pensando nisso durante a leitura de todo livro. Mas, acho que apenas, ele achava que não era capaz de viver mais que o pai. Não que interromperia sua vida para, se ultrapasse o pai.

Isso só pude perceber ao final do livro. Então, não sei se chamar sua certeza de “planos”, é o mais correto a se fazer... 

   Como no livro “O Duque e Eu”, temos em paralelo, a história de Kate. Uma mulher que não atende muito bem os padrões da sociedade, é meio desajeitada, e conhecida como a “Irmão de Edwina Sheffield”.  Pensou que ao menos não era chamada de a “Irmão solteirona De  Edwina Sheffield” , ainda. Edwina é a pretendente perfeita, para qualquer um que esteja querendo se casar. Tinha uma beleza fora do comum, com seus lindos olhos azuis e cabelos loiros, parecendo uma boneca. Educada e jovem. Não Havia quem resistisse tirar os olhos dela, a não ser Anthony. E isso a fazia mais perfeita para seus planos, ainda. Era isso o que queria. Uma mulher atraente, inteligente, mas que não tivesse a capacidade de fazê-lo se apaixonar. O que não estava em seus planos, é que isso fosse acontecer, com sua irmã. Que é de alguma forma, estranhamente atraente, para ele. – Coisa que outros homens não concordariam, o brilho de Edwina é capaz de ofuscar os de Kate. O que para Anthony, para a infelicidade de seus planos, acontece o efeito completamente oposto. – Assim que começa a cortejar sua irmã, Kate é extremamente contra, conhecendo sua reputação de completo libertino, que alimentara durante quase década. Agora que decidira sossegar e levar uma vida – relativamente – tranquila, casando-se, precisaria do consentimento da irmã de sua pretendente. No inicio, levam uma relação de ódio, mas depois, 

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